Pesquisar este blog

If You Can't Give Me Love - (Suzi Quatro)



If You Can't Give Me Love

Well, I´ve seen you before on the discoteque floor
You were driving me out of my mind
Oh, but I could have swore that I saw something more in youreyes

Oh tho´ you were surrounded
By beauty unbounded
Your glance is intended for me
And tho´ I try to hide it, I found myself lookin´ to see
So, then you took your chances
You made your advances
Your touch took my breath away
But when you said hello
Are you ready to go
Well, I had just one thing to say

If you can´t give me love
Honey, that ain't enough
Let me go look for somebody else
If you can´t give me feelings
With old fashioned meanings
Then just stay in love with yourself

Refrain:
If you can´t give me love
If you can´t give me love
If you can´t give me love
If you can´t give me love
If you can´t give me love

Well, you may be the king of this discoteque thing
But honey, I ain´t looking for that
What I need is a man, not some so cold aristocrat

Oh if only you´d waited
Or just hesitated
Oh maybe just ask me to dance
But you really don´t know
Why I don´t wanna go
And baby, that´s why we don´t stand a chance

So if you can´t give me love
Honey, that ain't enough
Let me go look for somebody else
If you can´t give me feelings
Old fashioned meanings
Then just stay in love with yourself

Refrain

Oh, if you can´t give me love
Honey, that ain't enough
Let me go look for somebody else
And If you can´t give me feelings
With old fashioned meanings
Then just stay in love with yourself


Se Você Não Consegue Me Dar Amor

bem, eu já lhe vi antes na pista da discoteca
você estava me deixando maluquinha
Oh, mas eu podia jurar que vi algo mais nos seus olhos
e embora você estivesse rodeado
de imensas belezas
teus olhares eram para mim
e embora eu tentasse esconder descobri que estava correspondendo

então você aproveitou a oportunidade
enquanto se aproximava
seu toque me deixou sem fôlego
mas quando você disse
olá, está pronta para irmos?
bem eu tinha só uma coisa para dizer

se você não puder me dar amor
meu bem isso não é o suficiente
então é melhor procurar outra pessoa
se você não puder me dar sentimentos
com aqueles significados antigos
então continue apaixonado por você mesmo

Refrão:
Se você não consegue me dar amor
Se você não consegue me dar amor
Se você não consegue me dar amor
Se você não consegue me dar amor
Se você não consegue me dar amor

bem, você pode até ser o rei nesse negócio de discoteca
mas meu bem não estou visando isso
o que eu preciso é de um homem, não um aristocrata gelado

Ah, se você esperava
ou só hesitando
e talvez você só peça pra dançar comigo
mas você realmente não sabe
porque eu não quero ir
e meu bem é por isso

Então, se você não puder me dar amor
meu bem isso não é o suficiente
então é melhor procurar outra pessoa
se você não puder me dar sentimentos
com aqueles significados antigos
então continue amando a si mesmo

Refrão

Oh, se você não puder me dar amor
meu bem isso não é o suficiente
então é melhor procurar outra pessoa
se você não puder me dar sentimentos
com aqueles significados antigos
então continue amando a si mesmo

We're All Alone - (Rita Coolidge)



We're All Alone

Outside the rain begins
and it may never end
So cry no more
On the shore a dream
will take us out to sea
Forever more, forever more

Close your eyes and dream
And you can be with me
'Neath the waves
through the caves of hours
Long forgotten now
We're all alone, we're all alone

Chorus
Close the window
calm the light
And it will be alright
No need to bother now
Let it out let it all begin
Learn how to pretend

Once a story's told
It can't help but grow old
Roses do lovers too
So cast your seasons to the wind
And hold me dear, oh hold me dear

Close the window
calm the light
And it will be alright
No need to bother now
Let it out let it all begin
All's forgotten now
We're all alone,
oh we're all alone

Close the window calm the light
And it will be alright
No need to bother now
Let it out let it all begin
Owe it to the wind my love.

Estamos Completamente Sós
Lá fora a chuva começa
E pode nunca terminar.
Então não chore mais,
Na praia um sonho
Nos atrairá para o mar,
Sempre mais, sempre mais

Feche seus olhos e sonhe
E você pode ficar comigo
Sob as ondas
Através das cavernas das horas
Há muito tempo esquecidas
Agora estamos completamente sós, estamos completamente sós

Refrão
Feche a janela
Acalme a luz
E tudo ficará bem
Não há necessidade de se preocupar agora
Termine isso e deixe tudo começar,
Aprenda como fingir...

Assim que uma estória está contada
Não tem remédio, apenas envelhecer
As rosas envelhecem, os amantes também
Então lance suas estações ao vento
E me abraçe, querida, me abraçe, querida...

Feche a janela
Acalme a luz
E tudo ficará bem
Não há necessidade de se preocupar agora
Termine isso e deixe tudo começar,
Tudo está esquecido agora.
Estamos completamente sós
Estamos completamente sós.

Feche a janela, acalme a luz
E tudo ficará bem
Não há necessidade de se preocupar agora
Termine isso e deixe tudo começar,
Atribua isso ao vento, meu amor...

Don't Laugh At Me - (Mark Wills)




Don't Laugh At Me

(Allen Shamblin/Steve Seskin)

I'm a little boy with glasses
The one they call the geek
A little girl who never smiles
'Cause I've got braces on my teeth
And I know how it feels
To cry myself to sleep

I'm that kid on every playground
Who's always chosen last
A single teenage mother
Tryin' to overcome my past
You don't have to be my friend
But is it too much to ask

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm the cripple on the corner
You've passed me on the street
And I wouldn't be out here beggin'
If I had enough to eat
And don't think I don't notice
That our eyes never meet

I lost my wife and little boy when
Someone cross that yellow line
The day we laid them in the ground
Is the day I lost my mind
And right now I'm down to holdin'
This little cardboard sign...so

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me

I'm fat, I'm thin, I'm short, I'm tall
I'm deaf, I'm blind, hey, aren't we all

Don't laugh at me
Don't call me names
Don't get your pleasure from my pain
In God's eyes we're all the same
Someday we'll all have perfect wings
Don't laugh at me


Não Ria de Mim - (Tradução)

Eu sou um garotinho de óculos
Aquele que chamam de nerd
Uma garotinha que nunca sorri
Porque uso aparelho nos dentes
E eu sei como é o sentimento
De chorar sozinho até dormir



Eu sou aquele garoto no parquinho
Que é sempre escolhido por último
Uma adolescente mãe solteira
Tentando apagar meu passado



Você não precisa ser meu amigo
Mas será que é muito pedir,



Não ria de mim
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim



Eu sou o aleijado na esquina
Você passou por mim na rua
E eu não estaria alí, suplicando
Se eu tivesse o suficiente pra comer
E não pense que eu não diria
Que nossos olhos nunca se encontram



Eu perdi a minha esposa e o meu garoto quando
Alguém cruzou aquela linha amarela
O dia em que nós os deitamos no chão
É o dia em que eu enlouqueci
E agora eu estou abaixado
Pra segurar esse pedaço de cartão
Então



Não ria de mim
Não me xingue
Não sinta prazer da minha dor
Aos olhos de Deus nós somos todos iguais
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim



Eu sou gordo, eu sou magro, eu sou baixo, eu sou alto
Eu sou surdo, eu sou cego. Mas afinal, quem não é?



Não ria de mim
Não me xingue
Não sinta prazer da minha dor
Aos olhos de Deus nós somos todos iguais
Um dia todos nós teremos asas perfeitas
Não ria de mim

Monomania - (Clarice Falcão)

Achei essa música de uma candura impressionante.. A voz dela é suave e melodiosa... Adorei... Tenho explorado bastante as músicas dela... Espero que gostem também.



Monomania - (Clarice Falcão)

Já te fiz muita canção
São quatro, ou cinco, ou seis, ou mais
Eu sei demais
Que tá demais

Eu chego com um violão
Você só tá querendo paz
Você desvia pra cozinha
E eu vou cantando atrás

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você

Se juntar cada verso meu
E comparar
Vai dar pra ver
Tem mais você que nota dó
Eu vou ter que me controlar
Se um dia eu quero enriquecer
Quem vai comprar esse cd
Sobre uma pessoa só?

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é

A Canção de Amor - (J. Alfred Prufrock)


A Canção de Amor de J. Alfred Prufrock (tradução)

Então vem, vamos juntos os dois,
A noite cai e já se estende pelo céu,
Parece um doente adormecido a éter sobre a mesa;
Vem comigo por certas ruas semidesertas
Que são o refúgio de vozes murmuradas
De noites em repouso em hotéis baratos de uma noite
E restaurantes com serradura e conchas de ostra:
Ruas que se prolongam como argumento enfadonho
De insidiosa intenção
Que te arrasta àquela questão inevitável…
Oh, não perguntes “Qual será?”
Vem lá comigo fazer a tal visita.

Passeiam damas na sala para além e para aqui

E falam de Miguel Ângelo Buonarroti
A névoa amarela que esfrega as costas nas vidraças
O fumo amarelo que esfrega o focinho nas vidraças
Passou a língua dentro dos recantos da noite,
Demorou-se nos charcos que ficam na sarjeta,
Deixou cair nas costas a fuligem solta das chaminés,
Deslizou pelo terraço, de repente deu um salto,
E, ao ver serena aquela noite de Outubro,
Deu uma volta à casa, enroscou-se e dormiu.

Haverá por certo um tempo

Para o fumo amarelo que desliza pela rua
E esfrega as costas nas vidraças;
Haverá um tempo, tempo
De compor um rosto para olhares os rostos que te olharem;
Tempo de matar, tempo de criar,
E tempo para todos os trabalhos e os dias, de mãos
Que se erguem e te deixam cair no prato uma pergunta;
Tempo para ti e tempo para mim,
E tempo ainda para cem indecisões
E outras tantas visões e revisões
Antes de tomar o chá e a torrada.

Passeiam damas na sala para além e para aqui

E falam de Miguel Ângelo Buonarroti.

Haverá por certo um tempo

De pensar se corro tal risco. “Corro tal risco?”
Tempo de virar costas e descer as escadas
Com esta clareira calva no meio do cabelo –
(Hão-de dizer: “Este já tem pouco cabelo!”)
Com a casaca, colarinho hirto subido até ao queixo,
Gravata distinta e discreta mas ornada de um sóbrio alfinete –
(Hão-de dizer: “Que magro está, nos braços e nas pernas!”)
Vou correr o risco
De perturbar o universo?
Num só minuto há tempo
Para decisões e revisões, a revogar noutro minuto.

Pois já as conheço todas bem, conheço todas –

Sei as noites, as tardes, as manhãs,
Às colheres de café andei medindo a minha vida;
Sei que em breve agonia se esvaem as vozes
Abafadas na música de um quarto mais além.
Como havia eu de ousar, assim?

E já conheço os olhares, conheço todos –

Olhares que te reduzem a fórmulas e a dizeres,
E quando eu for apenas fórmula, esticado em alfinete,
Quando estiver na parede, trespassado, contorcido,
Como haverei então de começar
A cuspir as pontas de cigarro dos meus dias e jeitos?

E como havia eu de ousar, assim?

E já conheço os braços, conheço todos –
Braceletes nos braços brancos e nus
(Mas com uma penugem loira à luz do candeeiro)
Será pelo perfume de um vestido
Que sou levado assim a divagar?
Braços estendidos na mesa ou envoltos num xaile.
E havia eu de ousar assim?
Por onde havia eu de começar?

E se eu disser que dou passeios por becos quando anoitece,

E vou fitando o fumo que sobe do cachimbo
De homens em mangas de camisa, à janela, solitários?…

Eu devia ter sido um ferro de duas garras

A rasgar o fundo desses mares de silêncio.

E a tarde, a noite, a dormir tão sossegada!

Afagada por dedos esguios,
A dormir… exausta… ou a fingir,
Estirada aqui no chão, à beira de nós dois.
Depois do chá, dos bolos, dos gelados, eu tinha ainda
Aquela força que provoca a crise do instante?
Mas apesar de lágrimas e jejuns, lágrimas e preces,
E apesar de ter visto a minha cabeça (um tanto calva já) ser entreguenuma salva,
Não sou nenhum profeta – e isso pouco importa;
Já vi tremer o meu instante de esplendor
E vi o eterno lacaio agarrar-me a casaca, rindo sorrateiro,
E bastará dizer que tive medo.

E tinha valido a pena, depois de tudo isto,

Depois da geleia, das xícaras, do chá,
Entre porcelanas, a meio de qualquer conversa de nós dois,
Tinha valido a pena
Ter rematado o assunto com um sorriso,
Ter estreitado o universo numa bola
E fazê-la rolar, rumo a qualquer questão inevitável,
E dizer: “Sou Lázaro e venho de entre os mortos.
Voltei para vos contar tudo, vou contar-vos tudo” –
Se alguém, ajeitando a cabeça dela numa almofada,
Dissesse: “Não era nada disso que eu queria dizer
Não é isso, nada disso.”

E tinha valido a pena, depois de tudo,

Tinha mesmo valido a pena,
Depois dos pátios, dos poentes, das ruas chuviscadas,
Dos romances, das xícaras de chá, das saias arrastando pelo chão –
E depois disto e tantas coisas mais? –
Não é possível dizer mesmo o que quero dizer!
Mas se uma lanterna mágica mostrasse na tela a imagem dos nervos:
Tinha valido a pena
Se alguém, compondo a almofada ou tirando um xaile,
Dissesse, ao voltar-se para a janela:
“Não é isso, nada disso,
Não era nada disso que eu queria dizer.”

Não! Não sou o príncipe Hamlet e nem tinha que ser;

Sou um fidalgo da corte, desses que servem
Para aumentar a comitiva, abrir uma ou duas cenas,
Dar conselhos ao príncipe; instrumento dócil, é claro,
Reverente, satisfeito por ser prestável,
Político, meticuloso e avisado;
Cheio de sentenças doutas, um tanto obtuso todavia;
Às vezes, por sinal, quase ridículo –
Quase o bobo, às vezes.

Estou a ficar velho… Estou a ficar velho…

Hei-de andar com a dobra da calça revirada.

E se eu puxar atrás o risco do cabelo? Arrisco-me a trincar

um pêssego?
Hei-de vestir calça de flanela branca e passear na praia.
Já ouvi as sereias cantando, umas às outras.

Creio que para mim não vão cantar.

Tenho-as visto na direcção do mar a cavalgar as ondas
Penteando crinas brancas de ondas encrespadas
Quando o vento revolve as águas escuras e brancas.

Ficámos nas mansões do mar nós dois em abandono

Entre as ondinas com grinaldas de algas castanhas purpurinas
Até que vozes humanas nos despertam e morremos naufragados.

Tradução: João Almeida Flor




The Love Song of J. Alfred Prufrock (original)


Let us go then, you and I,

When the evening is spread out against the sky
Like a patient etherized upon a table;
Let us go, through certain half-deserted streets,
The muttering retreats
Of restless nights in one-night cheap hotels
And sawdust restaurants with oyster-shells:
Streets that follow like a tedious argument
Of insidious intent
To lead you to an overwhelming question. . .
Oh, do not ask, “What is it?”
Let us go and make our visit.

In the room the women come and go

Talking of Michelangelo.

The yellow fog that rubs its back upon the window-panes

The yellow smoke that rubs its muzzle on the window-panes
Licked its tongue into the corners of the evening
Lingered upon the pools that stand in drains,
Let fall upon its back the soot that falls from chimneys,
Slipped by the terrace, made a sudden leap,
And seeing that it was a soft October night
Curled once about the house, and fell asleep.

And indeed there will be time

For the yellow smoke that slides along the street,
Rubbing its back upon the window-panes;
There will be time, there will be time
To prepare a face to meet the faces that you meet;
There will be time to murder and create,
And time for all the works and days of hands
That lift and drop a question on your plate;
Time for you and time for me,
And time yet for a hundred indecisions
And for a hundred visions and revisions
Before the taking of a toast and tea.

In the room the women come and go

Talking of Michelangelo.

And indeed there will be time

To wonder, “Do I dare?” and, “Do I dare?”
Time to turn back and descend the stair,
With a bald spot in the middle of my hair -
[They will say: "How his hair is growing thin!"]
My morning coat, my collar mounting firmly to the chin,
My necktie rich and modest, but asserted by a simple pin -
[They will say: "But how his arms and legs are thin!"]
Do I dare
Disturb the universe?
In a minute there is time
For decisions and revisions which a minute will reverse.

For I have known them all already, known them all;

Have known the evenings, mornings, afternoons,
I have measured out my life with coffee spoons;
I know the voices dying with a dying fall
Beneath the music from a farther room.
So how should I presume?

And I have known the eyes already, known them all -

The eyes that fix you in a formulated phrase,
And when I am formulated, sprawling on a pin,
When I am pinned and wriggling on the wall,
Then how should I begin
To spit out all the butt-ends of my days and ways?
And how should I presume?

And I have known the arms already, known them all -

Arms that are braceleted and white and bare
[But in the lamplight, downed with light brown hair!]
Is it perfume from a dress
That makes me so digress?
Arms that lie along a table, or wrap about a shawl.
And should I then presume?
And how should I begin?

Shall I say, I have gone at dusk through narrow streets

And watched the smoke that rises from the pipes
Of lonely men in shirt-sleeves, leaning out of windows? . . .

I should have been a pair of ragged claws

Scuttling across the floors of silent seas.

And the afternoon, the evening, sleeps so peacefully!

Smoothed by long fingers,
Asleep . . . tired . . . or it malingers,
Stretched on the floor, here beside you and me.
Should I, after tea and cakes and ices,
Have the strength to force the moment to its crisis?
But though I have wept and fasted, wept and prayed,
Though I have seen my head (grown slightly bald) brought in upon a platter,
I am no prophet–and here’s no great matter;
I have seen the moment of my greatness flicker,
And I have seen the eternal Footman hold my coat, and snicker,
And in short, I was afraid.

And would it have been worth it, after all,

After the cups, the marmalade, the tea,
Among the porcelain, among some talk of you and me,
Would it have been worth while,
To have bitten off the matter with a smile,
To have squeezed the universe into a ball
To roll it toward some overwhelming question,
To say: “I am Lazarus, come from the dead,
Come back to tell you all, I shall tell you all”
If one, settling a pillow by her head,
Should say, “That is not what I meant at all.
That is not it, at all.”

And would it have been worth it, after all,

Would it have been worth while,
After the sunsets and the dooryards and the sprinkled streets,
After the novels, after the teacups, after the skirts that trail along the floor -
And this, and so much more? -
It is impossible to say just what I mean!
But as if a magic lantern threw the nerves in patterns on a screen:
Would it have been worth while
If one, settling a pillow or throwing off a shawl,
And turning toward the window, should say:
“That is not it at all,
That is not what I meant, at all.”

No! I am not Prince Hamlet, nor was meant to be;

Am an attendant lord, one that will do
To swell a progress, start a scene or two
Advise the prince; no doubt, an easy tool,
Deferential, glad to be of use,
Politic, cautious, and meticulous;
Full of high sentence, but a bit obtuse;
At times, indeed, almost ridiculous -
Almost, at times, the Fool.

I grow old . . . I grow old . . .

I shall wear the bottoms of my trousers rolled.

Shall I part my hair behind? Do I dare to eat a peach?

I shall wear white flannel trousers, and walk upon the beach.
I have heard the mermaids singing, each to each.
I do not think they will sing to me.

I have seen them riding seaward on the waves

Combing the white hair of the waves blown back
When the wind blows the water white and black.

We have lingered in the chambers of the sea

By sea-girls wreathed with seaweed red and brown
Till human voices wake us, and we drown.



Mais populares